NGA – Normas Gerais de Ação para Instalações Vigivel
Excelência e Profissionalismo em Cada Detalhe
Na Vigivel, nossa missão é garantir a máxima segurança e satisfação aos nossos clientes. Para isso, estabelecemos um conjunto rigoroso de Normas Gerais de Ação (NGA) que guiam todos os nossos técnicos em cada etapa da instalação e manutenção de sistemas de segurança. Estas diretrizes foram cuidadosamente elaboradas para padronizar processos, otimizar a qualidade dos serviços, prevenir falhas e assegurar o mais alto nível de profissionalismo e excelência em cada projeto. Conheça as premissas que tornam o nosso serviço sinônimo de confiança e eficiência.
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1. Presença Integral do Técnico até a Conclusão do Serviço
O que significa: Nosso técnico responsável permanece no local de trabalho de forma contínua até que todas as etapas da instalação ou manutenção estejam integralmente concluídas, testadas e aprovadas. A retirada só ocorre após a verificação e garantia da total funcionalidade do sistema, abrangendo desde a instalação física dos componentes, configuração de software, calibração de dispositivos, testes operacionais exaustivos, até a comunicação com a central de monitoramento.
Por que é essencial para você: A presença ininterrupta do técnico garante a integridade e a qualidade superior do serviço. Evita falhas por interrupções, perda de informações sobre o progresso ou omissão de etapas cruciais. Com um único responsável pelo projeto, otimizamos o fluxo de trabalho e asseguramos que todas as nuances da instalação sejam tratadas pelo profissional com pleno conhecimento, resultando em um sistema seguro e confiável desde o primeiro momento.
Nosso compromisso e a sua segurança: O não cumprimento desta norma pode levar a retrabalho, atrasos e, o mais importante, riscos à segurança do seu patrimônio. A Vigivel garante que cada instalação receba a atenção e dedicação necessárias para sua plena funcionalidade.
Como implementamos: Planejamento detalhado, uso de checklists e comunicação formal com a supervisão em caso de imprevistos, garantindo sempre a continuidade qualificada do trabalho.
FONTE: Manual de Boas Práticas de Instalação de Sistemas de Segurança Eletrônica da Vigivel.
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2. Vedação de Sensores com Cola PU: Prevenção de Falsos Disparos
O que significa: Aplicamos uma camada uniforme de cola de poliuretano (PU) para selar as frestas e aberturas dos sensores (como os magnéticos ou de impacto), ou na interface entre o sensor e a superfície de montagem, após sua fixação. Essa medida cria uma barreira física robusta contra agentes externos.
Por que é essencial para você: A cola PU oferece vedação hermética e flexível, com excelente aderência e resistência a intempéries. Ela impede a entrada de poeira, umidade, insetos e absorve pequenas vibrações, fatores que podem induzir disparos indevidos ou interferir no funcionamento interno do sensor. Com isso, reduzimos significativamente a incidência de alarmes falsos, preservando a credibilidade do seu sistema de segurança e garantindo a sua tranquilidade.
Nosso compromisso e a sua segurança: A negligência na vedação resulta em frequentes disparos em falso, causando inconveniência e descredibilizando o sistema. A Vigivel prioriza a precisão para que você confie plenamente no seu alarme.
Como implementamos: Aplicação cuidadosa em superfícies limpas e secas, utilizando pistola aplicadora para fluxo contínuo e uniforme, seguido de testes rigorosos.
FONTE: Ficha Técnica de Colas de Poliuretano para Uso em Segurança Eletrônica da Vigivel.
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3. Identificação Clara de Setores e Fiações na Central
O que significa: Cada sensor ou grupo de sensores recebe uma identificação clara do setor a que pertence (Ex: "Setor 1 - Sala"). Da mesma forma, os cabos que os conectam à central de alarme são individualmente identificados (com etiquetas numeradas, coloridas ou marcadores) próximo aos terminais de conexão da central.
Por que é essencial para você: Esta identificação é crucial para otimizar o diagnóstico e a manutenção do sistema. Em caso de disparo ou falha, permite ao técnico localizar rapidamente o sensor ou cabo correspondente no ambiente e na central. Isso agiliza a solução de problemas, economiza tempo, reduz erros e aumenta a eficiência das intervenções, garantindo uma resposta mais rápida e eficaz. Você tem a certeza de que qualquer eventualidade será resolvida com agilidade.
Nosso compromisso e a sua segurança: A ausência de identificação torna a manutenção demorada e ineficiente, elevando custos e comprometendo a segurança. Garantimos um sistema sempre claro e de fácil gerenciamento.
Como implementamos: Utilização de etiquetas de alta qualidade, padrões de cores e documentação em diagramas ou plantas baixas, entregues ao cliente.
FONTE: Padrões de Cableamento Estruturado para Sistemas de Segurança Vigivel.
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4. Sensor Magnético na Central: Proteção contra Violações Internas
O que significa: Instalamos um sensor magnético de contato específico na tampa ou na porta do gabinete da central de alarme. Este sensor é configurado para monitorar a abertura do gabinete e disparar um alarme imediato em caso de acesso não autorizado, idealmente conectado a um setor dedicado "24 horas" que permanece ativo mesmo com o sistema desarmado.
Por que é essencial para você: A central é o cérebro do seu sistema de segurança. Proteger a própria central contra adulterações é tão importante quanto proteger os pontos monitorados. Este sensor atua como uma camada de segurança interna vital, alertando imediatamente sobre qualquer tentativa de violação, mesmo que o sistema de segurança externo tenha sido neutralizado ou desativado. Adiciona uma camada de resiliência indispensável ao seu sistema, garantindo que a sua segurança nunca seja comprometida pela raiz.
Nosso compromisso e a sua segurança: A falta de um sensor na central deixa o sistema vulnerável a ataques diretos e internos, uma falha catastrófica de segurança. Sua tranquilidade é nossa prioridade, por isso cada detalhe é pensado.
Como implementamos: Posicionamento estratégico do sensor e seu ímã, proteção da fiação e testes rigorosos para confirmar o disparo do alarme.
FONTE: Guia de Instalação e Configuração de Centrais de Alarme Vigivel.
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5. Agendamento Prévio para Retirada de Equipamentos na Logística
O que significa: Instituímos um sistema de agendamento prévio obrigatório para a retirada de equipamentos e materiais em nosso centro logístico (ELOHSEG). O técnico deve comunicar com antecedência (mínimo de 24 horas) à equipe de logística a lista exata de itens para a Ordem de Serviço (OS), bem como a data e horário desejados para a retirada.
Por que é essencial para você: O agendamento permite que nossa logística gerencie o estoque de forma eficaz, evitando a falta de materiais críticos e otimizando o fluxo de trabalho. Garante que todos os itens solicitados estejam separados e conferidos, reduzindo drasticamente o tempo de espera do técnico e otimizando o tempo de deslocamento até a sua instalação. Isso significa que o nosso técnico chegará ao seu local com tudo o que precisa para um serviço ágil e sem interrupções, entregando a solução esperada no prazo.
Nosso compromisso e a sua segurança: A ausência de agendamento causa atrasos, erros e, em casos graves, indisponibilidade de equipamentos. Nosso planejamento garante eficiência e cumprimento de prazos.
Como implementamos: Utilização de sistema de solicitação interno e treinamento da equipe para entender a importância do processo.
FONTE: Sistema de Gestão de Estoque e Logística da ELOHSEG (Vigivel).
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6. Capacitação e Treinamento Contínuo para Nossos Técnicos
O que significa: Todos os técnicos da Vigivel participam regularmente de programas de treinamento internos e externos obrigatórios. Estes programas abrangem novas tecnologias, atualizações de produtos, melhores práticas de instalação, normas de segurança (como NR-10 e NR-35) e técnicas de atendimento ao cliente. A participação e aprovação em avaliações são registradas em um sistema de gestão de competências.
Por que é essencial para você: A capacitação contínua garante que nossos profissionais estejam sempre atualizados e aptos a lidar com a complexidade dos sistemas de segurança modernos. Um técnico bem treinado realiza instalações mais eficientes, seguras e em conformidade, sendo mais eficaz na solução de problemas, reduzindo o tempo de inatividade dos sistemas e melhorando a sua satisfação. Isso eleva o padrão de qualidade da Vigivel e nos mantém na vanguarda do mercado, oferecendo sempre as melhores e mais atuais soluções.
Nosso compromisso e a sua segurança: A ausência de capacitação leva a falhas técnicas, uso incorreto de equipamentos e riscos de acidentes. Investimos em conhecimento para sua segurança e para mantermos a excelência.
Como implementamos: Cronogramas anuais de treinamento, plataformas de e-learning, avaliação de eficácia e banco de dados de certificações.
FONTE: Programa de Desenvolvimento Profissional de Técnicos em Segurança Eletrônica da ELOHSEG (Vigivel).
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7. Instalação de Resistor no Sensor: Segurança Reforçada
O que significa: O resistor de fim de linha (EOL - End Of Line) é instalado diretamente nos terminais do sensor, posicionando-o como o último componente no circuito de detecção. Esta conexão é realizada de forma segura e isolada. É estritamente proibido instalar o resistor nos bornes da central de alarme ou em pontos intermediários da fiação.
Por que é essencial para você: Esta prática garante a detecção imediata de corte de cabos e curto-circuitos. Quando o resistor está no sensor, a central monitora continuamente a resistência total do setor. Se a fiação for cortada, a resistência muda abruptamente, e a central identifica imediatamente a sabotagem ou falha, disparando o alarme. Se o resistor estivesse na central, um corte de cabo antes dele não alteraria a resistência, deixando o setor vulnerável. Esta medida aumenta significativamente a segurança e a confiabilidade do seu sistema.
Nosso compromisso e a sua segurança: A instalação inadequada cria uma brecha de segurança grave, tornando o sensor inoperante em caso de sabotagem. Sua proteção é integral, sem vulnerabilidades ocultas.
Como implementamos: Consulta aos manuais para o valor correto dos resistores EOL, uso de materiais de boa qualidade, conexões isoladas e testes de funcionamento simulando corte de cabo.
FONTE: Especificações Técnicas de Instalação de Sistemas de Alarme e Normas de Detecção de Intrusão Vigivel.
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8. Proibição de Agrupar Sensores: Precisão no Monitoramento
O que significa: Proibimos expressamente o agrupamento de múltiplos sensores em um único setor da central de alarme, especialmente em ambientes com monitoramento remoto. Cada sensor deve ser conectado a um setor individual e dedicado na central, permitindo a identificação exata de qual ponto foi acionado.
Por que é essencial para você: A individualização dos sensores garante clareza e precisão máxima na identificação de eventos. Em um sistema monitorado, quando um alarme é disparado, a central de monitoramento recebe a informação exata do setor violado. Isso otimiza a verificação do evento, a coordenação da resposta da segurança e a identificação precisa do local da intrusão (Ex: "Setor 5 - Janela do Quarto Principal"), tornando a tomada de decisão mais eficiente e a resposta mais rápida. Você sabe exatamente o que está acontecendo e onde.
Nosso compromisso e a sua segurança: O agrupamento inadequado compromete a inteligência do sistema, atrasando a resposta e gerando incertezas. Sua informação é clara e direta para uma resposta eficaz.
Como implementamos: Projeto do sistema utilizando o máximo de setores disponíveis, atribuição de cada ponto de detecção a um setor único e comunicação transparente com o cliente.
FONTE: Diretrizes para Projetos de Sistemas de Alarme Monitorados Vigivel.
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9. Fixação Robusta de Sensores com Dois Parafusos (Nunca em Forros)
O que significa: Exigimos que cada sensor seja fixado à superfície de montagem (parede, batente de porta/janela) utilizando no mínimo dois parafusos apropriados para o material. É estritamente proibida a instalação em forros de gesso, PVC, madeira fina ou outras estruturas não robustas. Se o forro for a única opção para cobrir a fiação, o sensor deve ser fixado a uma estrutura sólida subjacente (viga, laje, parede), utilizando suportes adequados.
Por que é essencial para você: O uso de dois parafusos garante estabilidade mecânica superior, impedindo rotação, movimento lateral e vibração do sensor, mantendo-o em sua posição ideal de detecção. Forros de gesso e materiais similares são frágeis e suscetíveis a movimentos, deformações e desprendimentos, que podem levar a acionamentos falsos ou inoperância do sensor. Garantimos a longevidade e a funcionalidade ininterrupta do seu sistema.
Nosso compromisso e a sua segurança: A fixação inadequada resulta em sensores instáveis e alarmes falsos, além de pontos cegos. Garantimos a durabilidade e a confiabilidade da sua instalação.
Como implementamos: Verificação da estrutura subjacente, uso de buchas e parafusos específicos para cada material e testes de estabilidade.
FONTE: Guia de Boas Práticas de Fixação de Componentes Eletrônicos em Sistemas de Segurança Vigivel.
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10. Otimização Contínua: Repasse de Sugestões de Melhoria
O que significa: Estabelecemos um canal formal para que todas as sugestões de melhoria identificadas pelos nossos técnicos em campo sejam devidamente repassadas ao consultor responsável pelo projeto ou à gestão da empresa. Isso inclui observações, ideias ou feedback que possam otimizar métodos de trabalho, qualidade de produtos, eficiência de equipamentos ou sua satisfação como cliente.
Por que é essencial para você: Valorizamos a inteligência de campo. Nossos técnicos, na linha de frente, possuem conhecimento prático valioso para identificar oportunidades de inovação, correções e aprimoramentos. Este fluxo de informação bidirecional impulsiona a melhoria contínua da Vigivel, tanto em produtos quanto em serviços, garantindo que a sua experiência seja sempre a melhor e que nossa empresa mantenha sua posição de vanguarda no mercado.
Nosso compromisso e a sua segurança: A ausência deste canal resultaria na perda de oportunidades valiosas, podendo manter problemas recorrentes. Ouvimos nossos técnicos para inovar e servir você cada vez melhor.
Como implementamos: Formulários padronizados, reuniões periódicas para discussão de sugestões e reconhecimento das ideias que geram impacto positivo.
FONTE: Sistema de Gestão da Qualidade e Inovação da ELOHSEG (Vigivel).
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11. Comunicação Essencial: Sistema de Alarme e Central de Monitoramento
O que significa: Ao final de cada instalação, é condição essencial que o sistema de alarme esteja plenamente capaz de se comunicar com a nossa central de monitoramento. O técnico realiza testes de comunicação completos, incluindo o envio de sinais de alarme de todos os setores, pânico, status e testes periódicos. Confirmamos com a central que todos os sinais foram recebidos corretamente e que a identificação do cliente e do setor está precisa.
Por que é essencial para você: Garante a funcionalidade e eficácia ininterrupta do seu serviço de monitoramento. Um sistema de alarme sem comunicação ativa com a central é apenas um conjunto de dispositivos que faz barulho localmente, mas não envia alertas para quem pode tomar as devidas providências. A comunicação é a ponte que transforma o sistema local em um serviço de segurança proativo e remoto, permitindo à central tomar ações imediatas, como acionar equipes de resposta ou autoridades, aumentando exponencialmente a chance de mitigar perdas. Sua proteção é 24 horas por dia, 7 dias por semana.
Nosso compromisso e a sua segurança: A falta de comunicação resulta na ineficácia completa do serviço de monitoramento, deixando você vulnerável. Garantimos que seu alarme sempre se conecte à nossa central.
Como implementamos: Múltiplos testes de comunicação de diferentes sinais, verificação da qualidade do sinal e das configurações de rede, e confirmação com a central de monitoramento.
FONTE: Protocolos de Comunicação entre Centrais de Alarme e Centrais de Monitoramento Vigivel.
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12. Setorização Detalhada do Sistema de Alarme na OS
O que significa: A descrição da setorização do sistema de alarme é completa e detalhada na Ordem de Serviço (OS). Isso inclui o nome do setor (Ex: "Setor 1"), o tipo de zona ("instantânea", "retardo", "24 horas"), os sensores que compõem o setor (Ex: "magnético porta principal", "infravermelho sala") e a localização física exata desses sensores. Anexamos um croqui ou planta baixa com a localização dos sensores e a identificação dos setores à OS, sempre que possível.
Por que é essencial para você: Facilita futuras intervenções e otimiza o suporte. Com uma setorização completa na OS, qualquer técnico que precise realizar manutenção ou ajuste tem acesso imediato a todas as informações necessárias, sem a necessidade de remapear o sistema. Isso agiliza o diagnóstico de problemas, evita erros de configuração e garante a padronização do serviço. Para você, a OS se torna um guia claro para entender o funcionamento do sistema e identificar a origem de qualquer alarme, fortalecendo a sua autonomia e conhecimento sobre o sistema instalado.
Nosso compromisso e a sua segurança: Uma setorização inadequada causa ineficiências e atrasos no diagnóstico. Oferecemos clareza e organização para um suporte ágil e eficiente.
Como implementamos: Modelo padrão de OS com campos específicos, treinamento de técnicos para preenchimento preciso e revisão da setorização com o cliente.
FONTE: Padrões de Documentação de Projetos de Sistemas de Segurança Vigivel.
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13. Técnico Equipado com Periféricos Essenciais para Configuração
O que significa: Nossos técnicos são equipados com todos os periféricos e ferramentas necessários para a configuração completa do sistema de segurança. Isso inclui cabos de comunicação específicos (USB, serial, ethernet), adaptadores de energia, ferramentas de crimpar, testadores de rede, notebooks com software de programação atualizado, leitores de RFID, chaves de programação e manuais técnicos.
Por que é essencial para você: Garante a otimização do tempo e a minimização de retrabalhos. A ausência de um periférico essencial pode impedir a finalização da programação, forçando o técnico a retornar à base ou fazer uma segunda visita. Isso gera perdas de tempo significativas, aumenta custos de deslocamento, reduz a produtividade e causa transtornos e insatisfação ao cliente. Com nossa equipe totalmente preparada, você tem a garantia de um serviço ágil, completo e sem surpresas.
Nosso compromisso e a sua segurança: A falta de periféricos resulta em instalações incompletas e reagendamentos, gerando insatisfação. Nosso foco é na eficiência e na sua total proteção.
Como implementamos: Checklists de periféricos e ferramentas, conferências diárias, investimento em tecnologia e treinamento contínuo.
FONTE: Guia de Ferramentas e Periféricos Essenciais para Técnicos em Segurança Eletrônica Vigivel.
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14. Respeito Rigoroso à NR 35 para Trabalho em Altura
O que significa: Cumpriremos integralmente a Norma Regulamentadora 35 (NR 35), que estabelece os requisitos mínimos e medidas de proteção para o trabalho em altura (acima de 2 metros com risco de queda). Isso implica em planejamento, Análise de Risco (AR), Permissão de Trabalho (PT), uso de EPIs e EPCs adequados e inspecionados, capacitação e treinamento específico com reciclagem periódica, e supervisão de profissional qualificado.
Por que é essencial para você: A NR 35 é crucial para a prevenção de acidentes de trabalho com quedas, que podem resultar em lesões graves ou fatais. O cumprimento desta norma protege a vida do trabalhador, garantindo que o serviço seja executado com a máxima segurança para a equipe, e minimiza quaisquer riscos associados à sua propriedade. Demonstra o compromisso da Vigivel com um ambiente de trabalho seguro e responsável, o que se reflete na qualidade e segurança da instalação em seu imóvel.
Nosso compromisso e a sua segurança: O descumprimento da NR 35 expõe os técnicos a riscos iminentes, gerando consequências devastadoras. Priorizamos a vida e a segurança acima de tudo.
Como implementamos: Programa rigoroso de segurança em altura, fornecimento de EPIs de qualidade, Análises de Risco detalhadas e cultura de segurança contínua.
FONTE: Norma Regulamentadora 35 (Trabalho em Altura) do Ministério do Trabalho e Emprego do Brasil.
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15. Cabos de CFTV e Energia Elétrica: Segregação Essencial
O que significa: Proibimos categoricamente a passagem de cabos de CFTV (vídeo, dados) no mesmo conduíte ou em paralelo e proximidade com cabos de energia elétrica. Exigimos que os cabos de CFTV e energia elétrica sejam instalados em caminhos segregados, idealmente em conduítes, eletrocalhas ou caixas de passagem distintas. Se o cruzamento for inevitável, deve ser feito em ângulo de 90 graus para minimizar a área de contato.
Por que é essencial para você: Esta separação minimiza interferências eletromagnéticas. Cabos de energia geram campos que podem induzir ruído e interferência nos sinais de baixa tensão e alta frequência dos cabos de CFTV, manifestando-se como "fantasmas" ou "chuviscos" nas imagens. Além disso, a proximidade pode causar sobrecargas em caso de falhas elétricas, danificando os equipamentos. A segregação garante a integridade do sinal de vídeo, proporcionando imagens nítidas e confiáveis, e protegendo os seus dispositivos, assegurando que o sistema de monitoramento funcione com a máxima clareza e sem falhas induzidas.
Nosso compromisso e a sua segurança: A passagem conjunta resulta em imagens de baixa qualidade e risco de danos aos equipamentos. Sua solução de CFTV terá sempre a melhor qualidade de imagem possível.
Como implementamos: Planejamento da rota da fiação, uso de eletrodutos separados e, se necessário, cabos blindados para CFTV.
FONTE: Normas Técnicas de Instalações Elétricas (NBR 5410) e Cabeamento Estruturado (NBR 14565) da ABNT.
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16. Informação Transparente: Agenda de Entrega de Serviços
O que significa: Informaremos a você, com antecedência, a data e a hora previstas para a entrega e conclusão dos serviços de instalação ou manutenção. Esta informação é o mais precisa possível, considerando a complexidade da tarefa, tempo de deslocamento e possíveis imprevistos. Qualquer alteração no cronograma será comunicada com a máxima antecedência.
Por que é essencial para você: Esta comunicação otimiza nossa logística e gerencia sua expectativa. Ao informar a agenda de entrega, permitimos que você se prepare, organize seu tempo e esteja disponível para testes finais ou instruções. Para a Vigivel, a clareza otimiza o uso da mão de obra e evita deslocamentos desnecessários em caso de sua ausência. O cumprimento dos prazos prometidos constrói confiança e credibilidade, assegurando uma experiência sem atritos e demonstrando nosso respeito pelo seu tempo.
Nosso compromisso e a sua segurança: A ausência ou imprecisão desta comunicação pode gerar insatisfação e atrasos. Garantimos transparência e pontualidade.
Como implementamos: Sistema de agendamento que permite registro e acompanhamento, estimativa realista de prazos e confirmação de agendamento.
FONTE: Protocolo de Comunicação e Agendamento de Serviços ao Cliente da ELOHSEG (Vigivel).
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17. Eletrodutos: Fixação Segura com Mínimo de 3 Abraçadeiras
O que significa: Estabelecemos um critério mínimo de fixação para eletrodutos: o uso de no mínimo três abraçadeiras. Cada trecho de eletroduto (rígido ou flexível) é fixado à estrutura (parede, teto, viga, bandeja) por três abraçadeiras ou suportes, distribuídas uniformemente para garantir que esteja firme, reto e sem folgas. Para trechos mais longos, a quantidade é aumentada proporcionalmente.
Por que é essencial para você: Esta medida garante a estabilidade mecânica e a proteção duradoura da fiação. Uma fixação robusta impede que o eletroduto se curve, se mova ou se solte, o que poderia danificar os cabos por atrito ou tensão excessiva, ou até mesmo causar interrupções no serviço. Uma instalação bem fixada confere um acabamento mais profissional e organizado, facilitando futuras manutenções e inspeções. Em ambientes sujeitos a vibrações, esta fixação reforçada é ainda mais crítica para a longevidade e confiabilidade da sua instalação de segurança.
Nosso compromisso e a sua segurança: A fixação insuficiente leva a problemas estéticos, danos aos cabos e risco de desprendimento. Sua instalação será robusta, durável e segura.
Como implementamos: Utilização de abraçadeiras e parafusos adequados ao material, espaçamento uniforme e verificação do alinhamento e firmeza.
FONTE: Normas Técnicas de Instalações Elétricas (NBR 5410) e Manuais de Instalação de Eletrodutos da ABNT.
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18. Canaletas: Fixação Exclusiva com Parafusos
O que significa: As canaletas para organização e proteção de cabos devem ser fixadas exclusivamente com parafusos, proibindo o uso de fitas adesivas como método principal de fixação. Após o posicionamento, fazemos furos na base da canaleta e na superfície, e parafusos (com buchas apropriadas) são apertados firmemente para garantir aderência e estabilidade. A quantidade e espaçamento dos parafusos são suficientes para suportar o peso dos cabos.
Por que é essencial para você: Garante a durabilidade e segurança da instalação. Fitas adesivas perdem aderência com o tempo devido a poeira, umidade, variações de temperatura e peso dos cabos. A fixação por parafusos cria uma conexão mecânica direta, oferecendo aderência superior, permanente e resistente a intempéries e esforços mecânicos. Asseguramos que a canaleta permanecerá no lugar, protegendo a fiação e mantendo a estética da instalação por longos períodos, sem preocupações com desprendimentos ou falhas.
Nosso compromisso e a sua segurança: A fixação com fita adesiva resulta em canaletas soltas, cabos expostos e custos de manutenção. Garantimos uma infraestrutura de cabeamento sólida e protegida.
Como implementamos: Seleção de parafusos e buchas adequados, uso de furadeira para furos precisos e alinhamento prévio da canaleta.
FONTE: Guia de Boas Práticas de Instalação de Canaletas e Cabos Vigivel.
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19. Sensores: Fixação Mecânica Essencial (Sem Fita Dupla Face)
O que significa: Proibimos expressamente a utilização de fita dupla face como método de fixação para sensores. Todos os sensores (magnéticos, infravermelho, impacto) são fixados à superfície de montagem exclusivamente por meios mecânicos, como parafusos, rebites ou abraçadeiras, conforme especificações do fabricante e boas práticas. O uso de cola PU é aceitável como vedante, mas não como método principal de fixação.
Por que é essencial para você: A proibição baseia-se na fragilidade da aderência da fita dupla face a longo prazo. Fitas adesivas são suscetíveis a falhas devido a fatores ambientais, peso do sensor e tensão mecânica. Com o tempo, a cola degrada e a fita pode se soltar, resultando na queda do sensor. Para dispositivos de segurança, a fixação deve ser permanente e resistir a vibrações ou impactos sem falhas, algo que a fita dupla face não garante de forma confiável. Garantimos que seus sensores estarão sempre no lugar, funcionando com precisão e protegendo seu ambiente.
Nosso compromisso e a sua segurança: A fixação com fita dupla face gera acionamentos falsos, inoperância e danos aos sensores. Sua segurança não pode depender de uma solução temporária.
Como implementamos: Utilização dos furos pré-existentes dos sensores com parafusos ou rebites, ou suportes para fixação mecânica segura, seguido de teste de firmeza.
FONTE: Padrões de Fixação e Instalação de Sensores em Sistemas de Segurança Vigivel.
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20. Caixa Brum: Proteção e Organização para Componentes CFTV
O que significa: Exigimos o uso obrigatório de caixas de passagem do tipo "caixa brum" (ou caixas de vedação adequadas) para abrigar e proteger fontes de alimentação (12V ou 24V), conectores (P4, BNC, RJ45) e baluns (vídeo ou UTP) em instalações de CFTV. A caixa possui dimensões suficientes, é resistente à intempérie (se externa) e possui vedação adequada. A fiação é organizada e identificada dentro dela.
Por que é essencial para você: Protege contra agentes externos e garante organização. Fontes, conectores e baluns são componentes eletrônicos sensíveis. A exposição direta a poeira, umidade, variações de temperatura ou insetos pode levar a falhas prematuras, oxidação e mau funcionamento do sistema. A caixa brum cria uma barreira física que estende a vida útil desses componentes e proporciona um acabamento profissional, facilitando a manutenção e o diagnóstico de problemas. Você tem um sistema mais durável, confiável e com aspecto impecável.
Nosso compromisso e a sua segurança: A ausência de caixas brum expõe os componentes a danos e falhas constantes, resultando em imagens de baixa qualidade. Protegemos seu investimento e a eficácia do seu sistema.
Como implementamos: Seleção de caixas brum de material resistente e grau de proteção adequado, espaço suficiente para componentes e cabos, e organização interna da fiação.
FONTE: Padrões de Instalação e Proteção de Componentes Eletrônicos em Sistemas de CFTV Vigivel.
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21. Planejamento Total: OS Aberta e Materiais Conferidos Antes do Serviço
O que significa: Antes de nosso técnico se deslocar para o local do cliente, a Ordem de Serviço (OS) deve estar devidamente aberta no sistema da empresa, contendo todas as informações relevantes sobre o serviço. Além disso, todos os materiais necessários para a tarefa são separados fisicamente e conferidos (com checklist) em nossa base, garantindo que estejam completos, em bom estado e na quantidade correta.
Por que é essencial para você: Esta norma otimiza a produtividade e minimiza interrupções. Uma OS detalhada serve como guia para o técnico, garantindo a compreensão do escopo. A separação antecipada dos materiais evita que o técnico chegue ao seu local e perceba a falta de um item essencial, o que o forçaria a interromper o serviço. Isso poupa tempo de deslocamento, evita atrasos e reduz custos operacionais, garantindo um trabalho eficiente, sem imprevistos e concluído no tempo previsto.
Nosso compromisso e a sua segurança: A negligência acarreta graves ineficiências e retrabalho. Garantimos organização e planejamento para uma experiência sem transtornos.
Como implementamos: Sistema de gestão de OS, checklists de materiais padronizados, treinamento da equipe de logística e auditorias periódicas.
FONTE: Manual de Processos e Procedimentos Operacionais Padrão (POP) da ELOHSEG (Vigivel).
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22. Prioridade Vigivel: Foco na Qualidade dos Nossos Serviços
O que significa: Priorizamos a execução dos serviços que são diretamente ofertados pela Vigivel, garantindo que os padrões de qualidade e a expertise da empresa sejam aplicados em sua totalidade. Na alocação de recursos (tempo, técnicos, materiais), os serviços proprietários da Vigivel têm preferência sobre serviços de terceiros ou atividades não essenciais.
Por que é essencial para você: Esta priorização garante a qualidade superior e otimiza a cadeia de valor da empresa. Ao focar nos serviços onde a Vigivel detém o controle total da solução (desde o projeto até a instalação e suporte), podemos assegurar a aplicação de nossos próprios padrões de excelência, tecnologias proprietárias e a expertise de nossa equipe especializada. Isso resulta em maior eficiência operacional, menor incidência de erros, maior satisfação do cliente e fortalecimento da marca Vigivel no mercado, assegurando que você receba sempre o melhor que podemos oferecer.
Nosso compromisso e a sua segurança: O não cumprimento dilui a qualidade e a diferenciação no mercado. Focamos no que fazemos de melhor para garantir sua satisfação.
Como implementamos: Sistema de classificação de serviços, treinamento da equipe de agendamento e alocação dos técnicos mais qualificados para os serviços principais.
FONTE: Estratégia de Negócios e Portfólio de Serviços da Vigivel.
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23. Suporte Ágil em 8h: Garantia de Resposta Durante o Período de Garantia
O que significa: Estabelecemos um compromisso de tempo de resposta de no máximo 8 horas para o suporte a instalações realizadas sob a responsabilidade da Vigivel, durante o período de garantia. O "início do suporte" pode significar o primeiro contato para diagnóstico remoto, o agendamento de visita técnica ou o deslocamento da equipe ao local, dependendo da natureza e gravidade do problema. Nossa equipe utiliza um sistema de registro e acompanhamento de chamados (SLA).
Por que é essencial para você: Minimiza o tempo de inatividade do sistema de segurança e garante a sua proteção contínua. Sistemas de segurança são críticos; uma falha pode deixar você vulnerável. Um tempo de resposta ágil demonstra o compromisso da Vigivel com a sua segurança e satisfação, reduzindo o período de desproteção. A agilidade no atendimento de chamados em garantia reduz o estresse do cliente, evita a escalada de problemas e fortalece a confiança em nossa empresa e em nossos serviços, sabendo que você nunca ficará desamparado.
Nosso compromisso e a sua segurança: O descumprimento deste prazo deixa você insatisfeito e vulnerável. Nosso suporte é rápido e eficaz para sua total tranquilidade.
Como implementamos: Sistema de Service Desk ou CRM, treinamento da equipe para categorizar chamados, disponibilidade de recursos e follow-up com o cliente.
FONTE: Política de Garantia e Acordo de Nível de Serviço (SLA) da ELOHSEG (Vigivel).
NGA – Normas Gerais de Ação para Instalações
Vigivel
Entrega de Croqui de Instalação e Ordem de Serviço
A preparação e a clareza da documentação técnica são fundamentais para o sucesso de qualquer projeto de instalação. A Vigivel assume a responsabilidade primária de fornecer ao técnico instalador uma Ordem de Serviço (OS) detalhada e um croqui de instalação compreensível antes do início dos trabalhos.
O procedimento exige que a Vigivel prepare e entregue ao técnico, de forma organizada e antes de seu deslocamento ao local, a Ordem de Serviço (OS) completa, que serve como roteiro formal do trabalho, e um croqui de instalação. O croqui deve ser uma representação gráfica clara do ambiente, indicando com precisão a localização exata de cada componente do sistema a ser instalado (sensores, câmeras, painéis, passagens de cabo, etc.), as rotas de cabeamento e quaisquer outras informações pertinentes que facilitem a execução física. A OS deve conter, além do escopo, informações de contato do cliente, especificações técnicas dos equipamentos e prazos.
Esta prática é crucial porque a documentação técnica atua como um guia essencial para o técnico. Um croqui preciso evita erros de posicionamento de equipamentos, otimiza o uso de materiais, reduz o tempo de instalação e assegura que o sistema seja implementado conforme o projeto original e as necessidades do cliente. A OS formaliza o serviço, alinha expectativas e serve como registro das responsabilidades e escopo do trabalho. Juntos, esses documentos minimizam dúvidas e retrabalhos, promovendo eficiência e qualidade.
Para executar, o croqui deve ser desenhado em escala, preferencialmente digital, com legendas claras para cada ícone de equipamento. Por exemplo, "IR" para infravermelho, "MG" para magnético, "C1" para Câmera 1. As rotas de fiação devem ser indicadas com cores ou tracejados distintos. A OS deve ser revisada por um supervisor para garantir que todas as informações necessárias estejam presentes e alinhadas com o projeto. O técnico deve ser instruído a conferir a documentação antes de iniciar qualquer atividade.
A ausência ou a imprecisão do croqui e da OS pode levar a erros de instalação críticos, como posicionamento incorreto de sensores que geram "pontos cegos" ou alarmes falsos, ou a um cabeamento desorganizado e não otimizado. Isso resulta em retrabalho, atrasos significativos na entrega, aumento de custos com materiais e mão de obra, insatisfação do cliente e, em casos extremos, comprometer a segurança do local. A empresa corre o risco de perder a credibilidade e ser responsabilizada por falhas no projeto.
FONTE: Manual de Boas Práticas de Engenharia de Segurança.
Coordenação para Separação e Disponibilização de Produtos
Para garantir a agilidade e a fluidez nos processos de instalação, a Vigivel assume a responsabilidade de orquestrar a separação e disponibilização dos produtos junto à distribuidora parceira, garantindo que o técnico possa realizar a retirada em tempo hábil.
O procedimento consiste em a Vigivel, após a formalização de uma OS, comunicar à distribuidora indicada a lista exata e a quantidade de todos os produtos e equipamentos necessários para o serviço. Esta comunicação deve ser feita com antecedência suficiente para que a distribuidora possa separar, conferir e embalar os itens. A Vigivel deve acompanhar este processo, garantindo que os produtos estejam prontos para retirada pelo técnico em um prazo mínimo, evitando esperas desnecessárias. A coordenação envolve a verificação da disponibilidade em estoque e a emissão de ordens de separação.
Esta etapa é vital para a otimização da cadeia logística e a produtividade do técnico. A separação antecipada dos materiais evita que o técnico chegue à distribuidora e precise aguardar pela preparação do pedido, o que geraria perda de tempo e atraso no início da instalação. Garante que os materiais corretos e em quantidades adequadas estejam disponíveis, prevenindo a falta de itens essenciais no local da obra e a necessidade de viagens adicionais, que aumentam custos e reduzem a eficiência operacional. A coordenação da Vigivel assegura um fluxo de trabalho contínuo e sem interrupções.
Para executar, a Vigivel deve utilizar um sistema de requisição de materiais que se integre, sempre que possível, com o estoque da distribuidora. O supervisor de logística da Vigivel deve manter contato regular com a distribuidora para confirmar a separação e a prontidão dos pedidos. Ao técnico, deve ser fornecida uma lista de conferência detalhada para que ele possa verificar os itens no momento da retirada, garantindo que tudo esteja conforme a OS. Qualquer discrepância deve ser reportada imediatamente.
A falha na coordenação da separação de produtos pode levar a atrasos significativos no cronograma de instalação, pois o técnico precisaria esperar pelos materiais ou retornar à base da Vigivel. Pode também resultar na entrega de produtos incorretos ou insuficientes, forçando o reagendamento do serviço, gerando custos adicionais com deslocamento e mão de obra, e causando frustração ao cliente pela demora na conclusão. A imagem de profissionalismo da Vigivel é comprometida e a satisfação do cliente, reduzida. FONTE: Procedimentos de Logística e Gestão de Estoque da Vigivel.
Definição e Alinhamento de Cronograma de Entrega
A gestão eficaz do tempo e a comunicação transparente são pilares para a entrega de serviços de qualidade. A Vigivel tem a responsabilidade de estabelecer e alinhar mutuamente com o técnico as datas de início e término dos serviços, garantindo a coordenação da entrega final ao cliente.
O procedimento envolve uma discussão e acordo entre a Vigivel (representada por seu gestor de projetos ou agendamento) e o técnico no momento da entrega dos equipamentos. Nesta ocasião, são definidos e ajustados o cronograma de trabalho, incluindo a data de início da instalação e a previsão para a sua conclusão. Este alinhamento mútuo deve considerar a complexidade do projeto, a disponibilidade do técnico e do cliente, e quaisquer fatores logísticos. Após este acordo, a Vigivel é responsável por comunicar este cronograma ao cliente, estabelecendo suas expectativas e confirmando sua disponibilidade para o aceite do serviço.
Esta definição de cronograma é crucial para otimizar os recursos, gerenciar as expectativas do cliente e assegurar a pontualidade na entrega. Ao alinhar as datas com o técnico, a Vigivel garante que o profissional tenha uma visão clara do prazo, permitindo-lhe planejar suas atividades e alocar seu tempo de forma eficiente. Para o cliente, receber um cronograma claro promove confiança e permite que ele se prepare para a execução do serviço, minimizando interrupções em suas atividades. Uma entrega dentro do prazo reforça a credibilidade da empresa e a satisfação do cliente.
Para executar, utilize um sistema de agendamento compartilhado que permita ao técnico visualizar e confirmar o cronograma. O gestor da Vigivel deve discutir abertamente com o técnico sobre os desafios potenciais e os prazos realistas, evitando promessas irrealistas ao cliente. As datas de início e término devem ser formalizadas na OS e, posteriormente, comunicadas ao cliente por e-mail ou mensagem, com um lembrete próximo à data do serviço. Confirmações de agendamento com o cliente devem ser rotineiras.
A ausência de um cronograma claro ou um desalinhamento entre a Vigivel e o técnico pode resultar em atrasos inesperados na instalação, prolongando o tempo de trabalho no local do cliente e gerando insatisfação. Clientes podem ter compromissos importantes que são afetados por atrasos, levando a reclamações formais e até cancelamentos. Para a Vigivel, isso acarreta em custos adicionais com diárias de técnicos, retrabalho de agendamento e danos à reputação da marca, afetando negativamente a percepção de profissionalismo. FONTE: Protocolos de Agendamento e Comunicação ao Cliente da Vigivel.
Indicação Clara do Local de Retirada dos Equipamentos
A eficiência logística é um componente chave para a performance operacional. A Vigivel tem a responsabilidade de indicar de forma inequívoca o local específico onde os equipamentos e materiais necessários para a instalação serão retirados pelo técnico.
O procedimento exige que, durante o processo de briefing ou na própria Ordem de Serviço, a Vigivel forneça ao técnico o endereço completo e detalhado do ponto de retirada dos equipamentos, que geralmente é uma distribuidora parceira ou um almoxarifado próprio. Esta indicação deve incluir não apenas o endereço físico, mas também, se necessário, informações adicionais como horários de funcionamento, pessoa de contato na distribuidora, número do pedido ou referência para a retirada, e quaisquer instruções especiais para acesso ao local. A clareza é fundamental para evitar qualquer tipo de dúvida ou deslocamento desnecessário por parte do técnico.
Esta norma é crucial para otimizar o tempo do técnico e garantir a rapidez no início dos serviços. Ao ter o local exato de retirada claramente indicado, o técnico pode planejar sua rota de forma eficiente, evitando perda de tempo com buscas ou desvios. Isso contribui diretamente para a redução dos custos de deslocamento e combustível, além de permitir que o profissional chegue ao local da instalação mais rapidamente, iniciando o trabalho sem atrasos. A precisão na informação minimiza erros logísticos e aumenta a produtividade geral da equipe.
Para executar, a Vigivel deve padronizar o campo "Local de Retirada" na OS ou nos documentos de briefing, garantindo que o endereço seja completo e contenha todas as informações logísticas relevantes. Recomenda-se a inclusão de um link para aplicativos de mapa (Google Maps, Waze) se o sistema permitir. Os técnicos devem ser treinados para verificar estas informações antes de iniciar o deslocamento, e a equipe de logística da Vigivel deve estar pronta para fornecer suporte em caso de dúvidas ou imprevistos com o endereço de retirada.
A falta de uma indicação clara ou uma informação imprecisa sobre o local de retirada pode causar ao técnico perda de tempo considerável com deslocamentos desnecessários, buscas por endereços incorretos ou dificuldades de acesso. Isso atrasa o início da instalação, impacta o cronograma geral do dia, eleva os custos operacionais com combustível e horas de trabalho e gera frustração no técnico. A ineficiência logística se reflete diretamente na pontualidade e na satisfação do cliente, pois o serviço pode ser postergado. FONTE: Padrões de Logística e Informações de Rota da Vigivel.
Orientação Detalhada e Completa ao Técnico
O sucesso de uma instalação não se resume apenas à posse de ferramentas e materiais, mas também à clareza e compreensão do escopo do trabalho. A Vigivel tem a responsabilidade de orientar exaustivamente o técnico a respeito de todos os serviços a serem executados.
O procedimento exige que, antes de cada missão, o técnico receba uma orientação completa e detalhada sobre o serviço. Esta orientação deve abranger: o tipo de sistema a ser instalado (alarme, CFTV, controle de acesso), a lista de equipamentos e suas configurações específicas, o croqui de instalação (conforme item 1), as expectativas do cliente, particularidades do local (restrições de horário, acesso, segurança), e quaisquer outros requisitos especiais mencionados na OS. A orientação pode ser feita através de um briefing presencial, uma reunião virtual ou um documento de instrução detalhado, garantindo que o técnico compreenda integralmente o projeto e os padrões de qualidade esperados.
Esta orientação é crucial porque capacita o técnico a executar o trabalho com precisão, eficiência e autonomia. Um técnico bem orientado minimiza a necessidade de contatos constantes com a central para tirar dúvidas, reduz a probabilidade de erros ou retrabalho e otimiza o tempo de execução. Garante que o profissional esteja alinhado com os objetivos do projeto e possa tomar decisões assertivas em campo, resultando em uma instalação que atende plenamente às especificações técnicas e às expectativas do cliente, fortalecendo a imagem de expertise da Vigivel.
Para executar, o gestor de projetos ou supervisor técnico da Vigivel deve conduzir um briefing pré-serviço com o técnico, revisando a OS e o croqui ponto a ponto. É importante que o técnico tenha a oportunidade de fazer perguntas e esclarecer dúvidas. A Vigivel deve também fornecer acesso a manuais técnicos digitais ou guias de referência para consulta em campo. Treinamentos periódicos sobre novas tecnologias e procedimentos devem complementar a orientação específica de cada serviço.
A ausência de orientação adequada ou uma comunicação deficiente pode levar a erros graves de instalação, como a escolha de equipamentos incorretos, falhas de configuração que comprometem a segurança ou o mau entendimento das necessidades do cliente. Isso resulta em retrabalho, custos adicionais, atrasos na entrega e uma grande insatisfação do cliente, que pode perceber o serviço como amador ou desalinhado com suas expectativas. A reputação da Vigivel é prejudicada e a confiança do cliente, abalada. FONTE: Guia de Briefing e Orientação Técnica da Vigivel.
Mensuração e Definição Precisa de Quantidades de Equipamentos
A alocação de recursos é um fator crítico para a eficiência e rentabilidade dos projetos. A Vigivel tem a responsabilidade fundamental de mensurar e definir com exatidão a quantidade de equipamentos a serem utilizados em cada serviço executado pelo técnico.
O procedimento exige que, durante a fase de planejamento e antes da emissão da OS, a Vigivel realize um levantamento detalhado do projeto, utilizando o croqui e as especificações do cliente, para determinar a quantidade exata de cada item necessário: número de sensores, câmeras, cabos (com metragens aproximadas), conectores, fontes, eletrodutos, canaletas e quaisquer outros consumíveis. Esta mensuração deve ser precisa, evitando excessos ou faltas. Esta informação é então registrada na OS e utilizada para a separação dos materiais na distribuidora.
Esta prática é crucial para a otimização de custos e a prevenção de desperdícios. Uma mensuração precisa garante que apenas os materiais estritamente necessários sejam retirados e levados para a obra, evitando excessos que gerariam estoque parado, perdas e custos desnecessários de transporte. Por outro lado, evita a falta de materiais, que forçaria o técnico a interromper o serviço para buscar itens adicionais, gerando atrasos e custos de deslocamento. A correta definição das quantidades contribui para a sustentabilidade financeira do projeto e a agilidade na execução.
Para executar, a Vigivel deve possuir templates de projetos padronizados que auxiliem na estimativa de materiais com base no tipo de ambiente e na quantidade de pontos a serem monitorados. O engenheiro ou consultor de segurança da Vigivel é o responsável por esta mensuração, utilizando ferramentas de projeto (CAD) se necessário. Antes da finalização da OS, um segundo profissional deve revisar a lista de materiais para evitar erros de cálculo. O histórico de projetos semelhantes pode ser usado como referência para aprimorar a precisão.
A mensuração imprecisa de quantidades pode levar a dois cenários problemáticos: 1) Excesso de materiais: resultando em desperdício, custos de logística reversa e impacto no fluxo de caixa. 2) Falta de materiais: obrigando o técnico a interromper o serviço, retornar à distribuidora ou base, atrasando a conclusão da instalação e gerando custos adicionais com deslocamento e horas extras. Ambos os cenários impactam negativamente a rentabilidade do projeto, a satisfação do cliente pela demora e a eficiência operacional da Vigivel. FONTE: Padrões de Orçamento e Levantamento de Materiais da Vigivel.
Flexibilidade e Renegociação em Projetos de Grande Porte
Em projetos de segurança eletrônica de grande envergadura, a complexidade e as variáveis envolvidas exigem um grau de flexibilidade e capacidade de adaptação para garantir o sucesso e a viabilidade contínua. A Vigivel reconhece a necessidade de permitir a renegociação em estruturas de grande porte, visando otimizar as condições financeiras, materiais e de pessoal.
O procedimento estabelece que, em casos de projetos considerados de "grande porte" (definidos por critérios como volume de equipamentos, complexidade da instalação ou duração estendida), o técnico contratado e a Vigivel podem, a qualquer tempo, iniciar um processo de renegociação. Esta renegociação tem o objetivo de ajustar as condições inicialmente acordadas para proporcionar melhores termos financeiros, otimizar a aquisição de materiais ou readequar o dimensionamento da equipe técnica. Trata-se de uma negociação temporária e específica para aquele projeto, buscando um consenso que favoreça a conclusão bem-sucedida da negociação final com o cliente da Vigivel, mantendo a competitividade e a rentabilidade.
Esta flexibilidade é crucial porque projetos de grande porte frequentemente encontram desafios não previstos ou evoluções durante a execução que podem impactar a viabilidade do contrato original. A capacidade de renegociar permite que a Vigivel e o técnico se adaptem a novas realidades de mercado, mudanças nos custos de materiais, disponibilidade de mão de obra especializada ou novas tecnologias. Garante que o projeto permaneça rentável e exequível, evitando perdas para ambas as partes e assegurando que o cliente receba a melhor solução possível, mesmo diante de imprevistos. A renegociação estratégica é uma ferramenta para manter a competitividade e a satisfação do cliente em longo prazo.
Para executar, a solicitação de renegociação deve ser formalizada por uma das partes, apresentando as justificativas detalhadas para as mudanças propostas. A Vigivel deve designar um gestor de projetos ou comercial para liderar esta renegociação, trabalhando em conjunto com o técnico. Todas as condições acordadas devem ser documentadas em um aditivo contratual, especificando os novos termos financeiros, de materiais ou de recursos humanos. A comunicação com o cliente sobre estas renegociações deve ser transparente e focada nos benefícios para o projeto final.
A ausência de flexibilidade para renegociar em projetos de grande porte pode levar a impasses insustentáveis. O técnico pode ser forçado a arcar com prejuízos inesperados ou, alternativamente, a Vigivel pode se ver obrigada a absorver custos excessivos que comprometem a rentabilidade do projeto. Em casos extremos, a rigidez pode levar ao abandono do projeto pelo técnico ou à sua execução com qualidade comprometida devido à falta de recursos. Isso resulta em perdas financeiras, danos à reputação, rescisão de contratos e a impossibilidade de fechar negócios futuros em segmentos de grande porte. FONTE: Política de Gestão de Contratos e Negociações da Vigivel.
Garantia de Qualidade e Conformidade Pós-Instalação
A finalização de um projeto de instalação de segurança eletrônica não se encerra com a fixação do último equipamento. A Vigivel detém a responsabilidade de assegurar que o sistema entregue esteja em total conformidade com o projeto, funcionando perfeitamente e atendendo às expectativas do cliente.
O procedimento exige que, após a conclusão da instalação física e da configuração dos equipamentos, a Vigivel, através de um supervisor ou do próprio técnico devidamente habilitado, realize uma verificação rigorosa do sistema. Esta verificação inclui testes funcionais de todos os sensores, câmeras, painéis de controle e demais componentes, garantindo que operem conforme o esperado. Além disso, é realizada uma inspeção da qualidade da instalação (organização dos cabos, fixação dos equipamentos) e uma validação da conformidade com o croqui inicial e as especificações técnicas. Finalmente, o cliente deve ser envolvido na fase de "entrega técnica", onde recebe instruções de uso e é convidado a verificar o funcionamento e a estética do trabalho executado.
Esta etapa é crucial para garantir a qualidade final do serviço, a segurança do ambiente e a satisfação plena do cliente. A verificação pós-instalação identifica e corrige eventuais falhas ou ajustes necessários antes da entrega definitiva, prevenindo chamados de suporte futuros e garantindo a plena operacionalidade do sistema desde o primeiro momento. Para o cliente, a entrega técnica e a validação demonstram o compromisso da Vigivel com a excelência e proporcionam confiança no sistema de segurança adquirido. É a confirmação de que o investimento atendeu ao prometido.
Para executar, a Vigivel deve desenvolver um checklist de entrega final abrangente, que o técnico ou supervisor deve preencher e assinar após a conclusão do serviço. Este checklist deve incluir itens como: "Todos os sensores testados e funcionando?", "Câmeras com imagem clara e gravando?", "Fiação organizada e protegida?", "Cliente instruído sobre o uso?". O cliente deve assinar um termo de aceite ou aprovação do serviço após a demonstração e sua verificação. A Vigivel deve ter um canal para feedback do cliente sobre a qualidade da entrega.
A falha em realizar uma verificação e entrega adequadas pode levar a problemas sérios e imediatos, como sistemas que não funcionam corretamente ou com falhas intermitentes. Isso gera frustração e insegurança para o cliente, que pode se sentir desprotegido. A Vigivel enfrentaria um aumento significativo nos chamados de suporte pós-instalação, gerando custos adicionais com técnicos e deslocamentos. A reputação da empresa seria prejudicada, e a chance de recomendações ou negócios futuros com o cliente, seriamente comprometida, podendo levar a disputas contratuais. FONTE: Padrões de Teste e Aceite de Instalações da Vigivel.
Responsabilidade da Retirada e Exceções Detalhadas
A gestão eficiente da logística de materiais é um pilar para a execução pontual e econômica dos serviços de instalação. A Vigivel estabelece uma política clara de responsabilidade pela retirada de equipamentos e materiais, que recai primariamente sobre o técnico contratado. Contudo, reconhecendo a complexidade inerente aos projetos e a imprevisibilidade de certas situações, existem exceções bem definidas onde a responsabilidade pela entrega de equipamentos, especificamente os faltantes, é transferida para a Vigivel. Esta norma visa delinear essas responsabilidades, garantindo a clareza operacional e a justa distribuição de obrigações.
A regra geral impõe ao técnico a obrigação de retirar todos os equipamentos e materiais necessários para a Ordem de Serviço (OS) no local previamente indicado pela Vigivel (geralmente uma distribuidora parceira ou almoxarifado central). Esta medida otimiza a logística e o tempo, assegurando que o técnico esteja plenamente equipado antes de se deslocar ao local da instalação, evitando interrupções no serviço. A Vigivel, por sua vez, garante que os materiais estejam prontos e conferidos para esta retirada.
As exceções a esta regra são aplicáveis em cenários específicos, buscando mitigar impactos negativos e garantir a continuidade do serviço:
1. Imprevisão de Equipamentos Pelo Consultor de Segurança: Esta exceção se aplica quando o Consultor de Segurança da VIGIVEL, durante a fase de projeto e especificação, não prevê corretamente ou omite a inclusão de equipamentos que se revelam essenciais para a conclusão dos produtos vendidos ao cliente. Neste caso, a falha reside na etapa de planejamento interno da Vigivel. A implicação prática é que o consultor responsável ou a equipe de logística da Vigivel deverá providenciar, com urgência, a entrega do equipamento faltante diretamente ao técnico no local da obra ou em um ponto de fácil acesso para evitar a paralisação do serviço. A justificativa é que o técnico não pode ser responsabilizado por uma falha de planejamento que não estava sob seu controle. A não observância desta exceção resultaria em atrasos na obra, custos adicionais para o técnico com deslocamento e a insatisfação do cliente.
2. Indisponibilidade de Produto na Distribuidora Indicada: Esta exceção ocorre quando a distribuidora ou o local de retirada indicado pela VIGIVEL não possui em estoque o produto específico que precisa ser instalado para a conclusão do serviço. Apesar de a Vigivel se esforçar para garantir a prontidão dos materiais, a falta de estoque na ponta do fornecedor é uma ocorrência que pode estar fora do controle do técnico e, por vezes, da própria Vigivel no momento da indicação inicial. A implicação prática é que a Vigivel deverá mobilizar seus recursos logísticos para sourcing e entrega do item faltante, seja buscando em outra distribuidora, utilizando estoque próprio ou providenciando uma solução alternativa. A justificativa é que o técnico não deve ser penalizado ou ter seu trabalho interrompido por uma falha na cadeia de suprimentos da qual a Vigivel é a principal gestora. A consequência de não aplicar esta exceção seria a paralisação completa do serviço e a frustração do cliente devido à impossibilidade de concluir a instalação. FONTE: Procedimentos de Gestão de Fornecedores e Estoque da Vigivel.
Dicas para Instalação de Placas de Monitoramento
Registro Preciso das Posições no Croqui
1. Importância: O registro detalhado e preciso das posições das placas de monitoramento no croqui é fundamental para a eficácia do sistema de segurança, assegurando que a cobertura visual seja otimizada e que a mensagem de vigilância seja transmitida de forma clara. Essa prática evita erros na instalação, facilita a manutenção futura e garante a conformidade com o projeto de segurança.
2. Passo a Passo:
  • Identificação: Durante a vistoria técnica, o consultor de segurança deve identificar os pontos estratégicos onde as placas terão maior impacto e visibilidade.
  • Marcação no Croqui: No sistema de croquis (Crock - FONTE: Sistema de Croquis Vigivel), marque cada posição da placa de forma inequívoca, utilizando ícones padronizados.
  • Detalhes Adicionais: Inclua notas sobre o tipo de superfície, altura aproximada de instalação e possíveis obstáculos visuais. Adicione fotos do local para contextualizar o registro.
  • Revisão: Antes de finalizar o projeto, revise o croqui para garantir que todas as posições estejam devidamente registradas e que não haja ambiguidades.
3. Justificativa Técnica: Um registro preciso no croqui serve como um mapa para o instalador, garantindo que as placas sejam colocadas conforme o planejado. Isso minimiza a necessidade de improvisações em campo, reduz o retrabalho e assegura que a intenção do projeto de segurança seja mantida. Ajuda na gestão de ativos e na rápida identificação de placas em futuras inspeções.
4. Exemplos:
  • Correto: Croqui com ícones de placas em pontos chave de acesso (portões, entradas principais), com coordenadas X/Y ou distância de referências fixas (ex: "1.5m à direita da porta principal"), e fotos anexas.
  • Incorreto: "Placa na fachada" sem especificar o local exato ou a altura, resultando em posicionamento aleatório e ineficaz.
5. Dicas Adicionais: Utilize sempre a mesma simbologia para placas no croqui. Considere a luz solar direta e a iluminação noturna para garantir a visibilidade da placa em diferentes períodos.
Seleção de Superfícies Adequadas para Instalação
1. Importância: A escolha da superfície correta para a instalação de placas e adesivos é crucial para garantir a aderência, a durabilidade e a eficácia da mensagem visual. Superfícies inadequadas podem comprometer a fixação, levando à queda da placa ou ao descolamento do adesivo, o que prejudica a imagem da empresa e a percepção de segurança do local.
2. Passo a Passo:
  • Avaliação Prévia: Antes da instalação, inspecione a superfície para verificar sua textura e condição.
  • Preferência por Lisas: Dê preferência a superfícies perfeitamente lisas, como paredes pintadas, vidro, metal, acrílico ou cerâmica.
  • Evitar Irregularidades: Recuse superfícies porosas, granuladas ou irregulares, como grafiato, paredes cruas ou sem reboco, madeira bruta, ou superfícies com descascamento.
  • Testes: Em caso de dúvida sobre a aderência, realize um pequeno teste em uma área discreta com um pedaço de fita dupla face para avaliar a fixação.
3. Justificativa Técnica: Adesivos e fitas dupla face funcionam melhor em superfícies lisas, pois permitem o contato máximo entre as camadas adesivas e o substrato. Superfícies irregulares criam bolsões de ar e pontos de contato insuficientes, reduzindo drasticamente a força de adesão e tornando a fixação vulnerável a intempéries (vento, chuva) e vandalismo. A rugosidade também impede uma distribuição uniforme da pressão, causando falhas localizadas.
4. Exemplos:
  • Correto: Instalação de placa em parede lisa com pintura fosca ou brilhante, janela de vidro, portão de metal liso.
  • Incorreto: Instalação em parede de grafiato, muro de tijolos aparentes sem tratamento, reboco ainda áspero e não pintado.
5. Dicas Adicionais: Se a única opção for uma superfície levemente irregular, considere a utilização de fixadores mecânicos (parafusos com buchas) em conjunto com a fita, ou adicione uma base lisa (ex: chapa de PVC) antes de fixar a placa.
Procedimentos de Preparação e Limpeza do Local
1. Importância: A preparação adequada da superfície, especialmente a limpeza, é um passo crítico para assegurar a máxima aderência de placas e adesivos. Resíduos como poeira, gordura, umidade ou sujeira superficial atuam como barreiras entre o adesivo e a superfície, comprometendo a capacidade de fixação e reduzindo significativamente a vida útil da instalação.
2. Passo a Passo:
  • Remoção de Sujeira Grossa: Utilize uma escova ou pano seco para remover poeira, teias de aranha e detritos maiores.
  • Limpeza Úmida: Com um pano limpo e úmido (podendo ser levemente umedecido com álcool isopropílico ou água e sabão neutro), limpe toda a área onde a placa ou adesivo será aplicado. Para superfícies de vidro, um limpador de vidros tradicional é eficaz.
  • Remoção de Gordura/Óleo: Se houver indícios de gordura ou óleo, utilize um desengordurante suave ou álcool isopropílico para garantir a remoção completa.
  • Secagem Completa: É imperativo que a superfície esteja completamente seca antes da aplicação do adesivo. Utilize um pano seco e limpo ou aguarde a secagem natural. A umidade aprisionada sob o adesivo pode criar bolhas ou reduzir a força de ligação.
3. Justificativa Técnica: A força de adesão de fitas e adesivos depende do contato molecular entre o adesivo e a superfície. Qualquer partícula ou filme (poeira, gordura, umidade) impede esse contato íntimo, resultando em uma adesão superficial e frágil. A limpeza elimina esses contaminantes, otimizando a performance do adesivo.
4. Exemplos:
  • Correto: Superfície de vidro ou metal limpa com álcool e seca antes da aplicação do adesivo, resultando em uma fixação forte e duradoura.
  • Incorreto: Aplicação de fita dupla face em parede empoeirada ou úmida, levando ao descolamento da placa em poucas horas ou dias.
5. Dicas Adicionais: Evite tocar na área limpa com as mãos nuas antes da aplicação, pois a oleosidade da pele pode deixar resíduos. Em ambientes externos, verifique a previsão do tempo para evitar instalações sob chuva iminente ou umidade excessiva.
Fixação Correta e Segura das Placas de Monitoramento
1. Importância: A fixação correta das placas de monitoramento é vital para garantir que elas permaneçam no lugar por longos períodos, cumprindo sua função de dissuasão e identificação da empresa. Uma fixação inadequada pode resultar na perda da placa, na sua danificação ou na remoção por terceiros, o que representa perda de investimento e comprometimento da estratégia de segurança.
2. Passo a Passo:
  • Material Recomendado: Utilize três fitas dupla face de alta performance, preferencialmente da marca 3M (FONTE: Fornecedores homologados de materiais de fixação), com aproximadamente 2 cm de comprimento cada.
  • Posicionamento das Fitas: Aplique uma fita em cada extremidade superior do brasão da placa e uma terceira fita no centro da parte inferior. Esta configuração cria um triângulo de suporte, distribuindo a carga e aumentando a resistência ao descolamento.
  • Preparação da Fita: Certifique-se de que a superfície da fita que será fixada na placa esteja limpa e seca.
  • Aplicação: Pressione firmemente a placa contra a superfície limpa e seca, mantendo a pressão por alguns segundos para garantir a aderência inicial.
3. Justificativa Técnica: A fita dupla face 3M é conhecida por sua alta capacidade de adesão e resistência a variações de temperatura e umidade. A aplicação de três pontos estratégicos cria uma ancoragem robusta, resistindo melhor a forças de cisalhamento (vento) e de alavancagem, tornando a remoção acidental ou intencional mais difícil. A distribuição da força de adesão por múltiplos pontos previne que um único ponto de falha comprometa toda a fixação.
4. Exemplos:
  • Correto: Placa fixada com três fitas 3M, uma em cada canto superior e uma no centro inferior, mantendo-se firme mesmo após chuvas e vento.
  • Incorreto: Placa fixada com apenas uma fita fina no centro, que se solta facilmente com o tempo ou por um puxão leve.
5. Dicas Adicionais: Evite a exposição da fita a temperaturas extremamente baixas (< 10°C) ou altas (> 40°C) durante a aplicação, pois isso pode afetar a adesão inicial. Em locais de muita exposição ou risco de vandalismo, considere reforçar a fixação com silicone neutro nas bordas da placa.
Utilização de Adesivos em Fachadas com Vidro
1. Importância: Em fachadas que contêm predominantemente superfícies de vidro, a utilização de adesivos específicos para esse material é a solução mais adequada e esteticamente agradável para sinalizar a proteção do local. O adesivo, diferentemente da placa rígida, permite uma aplicação discreta e evita a perfuração ou o uso de métodos de fixação que poderiam comprometer a integridade ou a estética do vidro.
2. Passo a Passo:
  • Identificação da Superfície: Ao encontrar uma fachada com grandes áreas de vidro (janelas, portas de blindex, vitrines), determine que o adesivo é a melhor opção.
  • Limpeza do Vidro: Realize uma limpeza profunda do vidro com limpador de vidros e um pano que não solte fiapos, garantindo que não haja manchas, poeira ou gordura. A superfície deve estar totalmente seca.
  • Posicionamento: Descole uma pequena parte do adesivo e posicione-o cuidadosamente no local desejado, observando a centralização e o alinhamento.
  • Aplicação: Utilize uma espátula plástica ou um pano para aplicar o adesivo de forma gradual, do centro para as bordas, evitando a formação de bolhas.
3. Justificativa Técnica: O vidro oferece uma superfície perfeitamente lisa e não porosa, ideal para a aderência de adesivos vinílicos ou similares. A placa rígida, além de poder ser visualmente intrusiva, exigiria fixação com parafusos ou adesivos visíveis, comprometendo a estética moderna e limpa de uma fachada envidraçada. Adesivos específicos para vidro são projetados para ter transparência ideal e resistência a UV, garantindo durabilidade e visibilidade.
4. Exemplos:
  • Correto: Adesivo transparente com logo da Vigivel aplicado na parte interna ou externa de uma vitrine, visível e sem obstruções.
  • Incorreto: Fixação de uma placa de PVC com fita dupla face em um vidro temperado, que pode soltar-se ou ter sua estética prejudicada.
5. Dicas Adicionais: Em locais com exposição direta ao sol, considere adesivos com proteção UV para evitar desbotamento prematuro. Para remoção, utilize um soprador térmico para amolecer a cola e um removedor de adesivos específico para não danificar o vidro.
Posicionamento Estratégico para Máxima Visibilidade
1. Importância: O posicionamento estratégico das placas de monitoramento é crucial para maximizar seu impacto dissuasório e promocional. Uma placa mal posicionada pode passar despercebida, anular sua função de alerta e reduzir a eficácia da comunicação da marca. O objetivo é que a placa seja facilmente notada e lida por qualquer pessoa que se aproxime do local.
2. Passo a Passo:
  • Análise do Fluxo: Observe os principais pontos de entrada e saída, bem como o fluxo de pessoas e veículos. A placa deve ser visível de todos os ângulos relevantes de aproximação.
  • Altura Recomendada: A altura ideal para instalação da placa é entre 1,80m e 2,20m do chão. Esta altura garante que a placa esteja ao nível dos olhos da maioria dos adultos, tanto em pé quanto sentados em veículos.
  • Distância de Visualização: Considere a distância média de onde a placa será observada. Placas muito pequenas ou em locais distantes perdem a eficácia. Para textos de tamanho padrão, uma distância de até 5 metros é ideal.
  • Contraste com o Entorno: Evite instalar placas sobre superfícies ou cores que mimetizem o design da placa, comprometendo o contraste e a leitura.
  • Desobstrução Visual: Certifique-se de que não há elementos como folhagens, postes, outros anúncios ou mobiliário urbano que possam obstruir a visão da placa.
  • Evitar Sobreposição: Nunca instale a placa de monitoramento sobre outras placas já existentes ou adesivos diversos, para não causar poluição visual e confusão na mensagem.
3. Justificativa Técnica: O cérebro humano processa melhor informações visuais que estão dentro de seu campo de visão central e em um ângulo de leitura confortável. A altura e a desobstrução garantem que a placa seja captada rapidamente. O contraste é vital para a legibilidade. A sobreposição de informações causa "ruído visual", diminuindo a eficácia da comunicação.
4. Exemplos:
  • Correto: Placa instalada a 2m de altura em uma parede branca ao lado do portão de entrada, claramente visível de 10 metros de distância.
  • Incorreto: Placa pequena, instalada a 3m de altura, atrás de uma árvore, sobre um mural de grafite colorido e com outras propagandas.
5. Dicas Adicionais: Para grandes fachadas, considere instalar placas em múltiplos pontos. Em áreas com pouca iluminação noturna, avalie a possibilidade de utilizar placas refletivas ou com iluminação auxiliar para manter a visibilidade 24 horas. Realize um "teste de campo" após a instalação, afastando-se e verificando a clareza da mensagem.